Mais 10 coisas que descobri morando na França.

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18 Resultados

  1. elzirene disse:

    Oi Camila
    Cheguei aqui domingo,e o que mas quero e saber falar logo a língua… RS
    Casei com um frances que fala português muito bem,mas eu quero aprender logo,tem dicas?obrigada beijos

  2. Camila Rodrigo disse:

    Oláá chará! eu e meu esposo sonhamos dia e noite com a nossa ida pra morar em Paris…em 2013 fomos a passeio e nos apaixonamos pela cidade. ahh, eu ameeei seu blog e o jeito como vc escreve, da pra imaginar direitinho as emoçoes e dia dia dai..hehe ah, uma coisa que eu queria saber e se foi dificil conseguir a documentaçao tipo vistos e tal…e se tbm foi dificil arranjar emprego por ai… bjsss

  3. Cíntia Sales disse:

    Camila adorei encontrar seu blog!!!! É uma delícia seu jeito de escrever, principalmente pela presença do jeitinho recifense, adorando tudo! Sou recifense recém chegada na França, estou aqui há 18 dias e ficarei aqui por três anos, não conhecia nadinha e eu e minha família estamos nessa ralação inicial de adaptação. Até agora o que eu achei estranho são essas nomenclaturas de T3, T4, T5 para as casas, o fato do vaso sanitário ficar separado da pia e do chuveiro (muito bizarro), o fato de não ter lixo nos banheiros, nem ralos e ausência de área de serviço nas casas. No super mercado todo dia é uma descoberta de produtos mas até agora não achamos leite em pó, nem feijão, kkkkkkkk. Estou cheias de dúvidas em relação a essas diferenças com o Brasil se você puder nos ajudar agradeço imensamente.

    • camila disse:

      Oi Cintia!

      A disposiçao dos cômodos realmente é bem diferente, mas com o tempo você acostuma que nem sente mais tanto a diferença. Feijao é algo que você provavelmente algo que você encontra num mercadinho de bairro ou em redes como Casino, num grande supermercado. Fica tranquila que com o tempo você vai se encontrando. Eh porque você esta bem no comecinho, curte muito essa fase porque passa, viu?! Quando você perceber, ja vai estar se integrando e tudo fica mais facil. 😉

  4. Renato Bardi disse:

    Camila, no mundo corporativo nós também nos chamamos pelo sobrenome, sejam em empresas francesas, americanas, alemãs, etc.

    Abs,

    Bardy

  5. Sara disse:

    haha adorei o 16. eu sou meio agoniada tb e percebi isso nas minhas duas semanas na França.. no inicio eu ficava um pouco desconcertada, mas depois acabei não ligando pois via que não era pessoal kk

    • camila disse:

      Nem me fale que eu sou a agonia em pessoa! Já fiquei muito “no vácuo” como se diz porque a pessoa simplesmente me ignorava, Sara! kakakaka Mas a gente rapidinho se acostuma, né?! 😛
      Beijão!

  6. Gostei muito do postal, Camila! Muito interessante aprender estas diferenças! Beijinhos! 🙂

  7. Eu nunca fui de doce, até que descobri os doces franceses e hoje infelizmente sou fã… Tenho a impressão que os doces brasileiros realmente só tem açucar, leite condensado e ovos…
    Sobre os nomes, na verdade não se “troca” ao casar, na carteira de identidade sempre tem os 2, mas é de usagem usar o do marido. Não é como no Brasil que precisa refazer toda a papelada. Aqui as pessoas (geralmente) só tem um sobrenome como você disse, mas podem ter diversos nomes!!! Eles não tem importância nenhuma no dia a dia (mas estão na carteira de identidade), mas serve como diferenciação. A criatura pode se chamar Louise, Marie, Juliette, Nathalie, Brigitte GARNIER.
    Bom, tem gente que costuma começar com o sobrenome e colocar o nome, como vc disse, mas pouco importa a ordem (e eu vejo bem mais a fórmula nome+sobrenome), mas o sobrenome é de usagem escrito em maiúsculo. Por exemplo, Louise GARNIER.

    • camila disse:

      Oi Milena,
      Eu tô me adaptando aos doces franceses. Aos poucos a gente vai acostumando, né? Só as tortas de limão (as brasileiras eu amo!) que não consigo: as francesas são muito amargas! Kakakakak
      Obrigada pelas informações sobre a questão dos nomes. Vou colocar lá no topo a observação. 😉
      Abração! :*

  1. 20 de julho de 2014

    […] Mais 10 coisas que descobri morando na França […]

  2. 14 de outubro de 2014

    […] Morar na França é uma experiência ótima para mim, Camila Pontes de Sá Marquim. [Adoro dizer assim porque rima com meu nome. Hihihi ok, sou alesadinha, e fiz piada sem graça, podem dizer] Mas tudo depende da sua atitude. Tenho conhecidos aqui, por exemplo, que reclamam muito dos franceses. Eu acho que tudo depende das experiências que você teve e de quão aberto você está para o diferente. Uma colega minha reclama do cocô dos cachorros na rua. É meio absurdo os donos deixarem o cocô de seus cachorros na rua, concordo! Mas a pessoa transformar isso num sério problema de vida é uma opção da pessoa. Eu prefiro pensar que as calçadas são amplas pra eu caminhar. Digo assim porque existem os fatos: cocô de cachorro não recolhido. E existe a minha reação à isso: eca, que merda (literalmente!). OUUU:  esses franceses são uns porcos mesmo, e se dizem “ci-vi-li-zaaaados”, eles não sabem é de nada, é muita sujeira, que droga de cidade e que droga de vida…. Aconteceu comigo da moça ser extremamente grossa comigo. E naquele dia eu não tava bem e aquilo ganhou uma proporção enorme, como contei aqui: na minha ida ao Mercado de Pulgas. Mas, no geral, eu adooooro Paris. Então, tudo depende do seu olhar pras coisas. Existem alguns “fatos”/mitos, como: franceses não são tão abertos e simpáticos como brasileiros, mas isso é uma generalização. E toda generalização é perigosa. Tem gente que me diz que os franceses são nota 10 com eles e que os acham super legais. Pessoalmente, eu não os acho tão legais assim, mas isso não me influencia negativamente tanto assim. E já que estamos nesse assunto, minhas observações sobre a vida em Paris pra te dar mais algumas pistas: 10 coisas que eu descobri morando na França Mais 10 coisas que eu descobri morando na França […]

  3. 13 de novembro de 2014

    […] falei aqui pra vocês que doce na França não é tão doce assim (Mais 10 coisas que descobri morando na França). Essa informação é fundamental pra tu não ficar  decepcionado com os docinhos franceses. Eles […]

  4. 11 de janeiro de 2015

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